Empréstimo pessoal x Crédito Consignado – Qual é Melhor?

Em dúvida sobre Empréstimo pessoal e Crédito Consignado? Usar o crédito muitas vezes é mais do que uma escolha, pois pode ser necessário obter dinheiro para resolver um problema urgente.

Publicidade

Mas surge a dúvida na hora de escolher a melhor opção: empréstimo pessoal ou consignado?

Quando se avalia o limite de crédito, o “pessoal” é mais atrativo para empréstimos maiores. No que se refere a taxas de juros, o “consignado” parece mais atrativo. Cada um tem os suas diferenças.

Publicidade

Portanto por esse artigo iremos te ajudar, e você irá entender melhor eles, escolhendo o mais lhe agradar!

 O empréstimo pessoal

É dinheiro fornecido por uma instituição financeira e/ou bancária, cuja principal diferença é a liberdade de uso. Ou seja, não é necessário indicar como esse valor será utilizado.

Não há uma resposta específica para empréstimo pessoal, como acontece com o consignado. É, portanto, um recurso na qual qualquer pessoa pode obter, desde de quem está passando por problemas financeiros até quem quer abrir um negócio ou investir em alguma coisa.

Você pode solicitar um empréstimo para a compra de um carro ou para a cobertura de um pacote de viagens (passagem e hotel de hospedagem).

Também pode ser usado para realização de cursos de treinamento, o que é um grande investimento já que vai melhorar tanto o conhecimento quanto obter uma promoção de trabalho mais facilmente.

Como funciona

O dinheiro é entregue a uma pessoa com documento de identidade e comprovante de renda e residência. Como não há necessidade de informar quanto será gasto, basta negociar os termos do contrato, como quantidade de pagamentos e taxa de juros. Os critérios de empréstimo variam de acordo com a empresa.

Suas principais vantagens são:

  • Resolve emergências
  • Utilização para qualquer finalidade 
  • Diminuição ou quitação de dívidas

O crédito consignado

O crédito consignado é nada mais que que uma alternativa de empréstimo que pode ser útil para algumas pessoas e situações, mas não para todas. A maior diferença está na forma de pagamento: parte do salário é retida para ser paga mensalmente.

Ou seja, cabe à instituição que paga a remuneração ou benefício do INSS repassar parte do dinheiro para o banco que concedeu o empréstimo. Portanto, o titular do crédito não precisa pagar boletos mensais.

O valor que pode ser liberado com este recurso não pode ultrapassar 35% da receita total (considerando descontos financeiros e todos os empréstimos firmados).

Esta regra é sancionada pela Lei nº. 10. 820 de 2003, que explica as disposições que permitem descontos nas mensalidades da folha de pagamento.

Como funciona

Para obter crédito consignado com franquia, você deve se enquadrar em uma das seguintes modalidades:

  • ser aposentado ou pensionista do INSS;
  • trabalhar nas empresas privadas com carteira assinada (crédito consignado privado);
  • ser militar nas forças armadas;
  • ser funcionário público.

O desconto do salário é feito e registrado no comprovante de pagamento para comprovar que o empréstimo está sendo pago mensalmente.

A análise e aprovação desta modalidade de crédito considera alguns fatores importantes, como:

  • estar entre as categorias elegíveis;
  • estar dentro da faixa etária permitida (18 a 80 anos);
  • se existe margem de empréstimo disponível;
  • no caso  dos aposentados e pensionistas, se já tem um empréstimo consignado ativo
  • se a fonte pagadora (empresa ou INSS) é conveniada com a instituição interessada.

Após a aprovação, basta assinar o contrato e anotar – deixar a prestação do empréstimo do salário mensal para o banco – para liberar o crédito na conta bancária notificada.

Suas vantagens são:

  • juros mais acessíveis;
  •  prazo maior de pagamento;
  • aprovar e liberar crédito negativos.

Mas, qual escolher?

O crédito consignado tem limite de liberação de 35% do salário líquido ou benefício do INSS. Já os empréstimos pessoais não levam em consideração esse limite, mas sim a situação financeira do requerente, ou seja, é possível liberar um percentual superior a 35% da cessão do quinto. Portanto, dependendo do valor solicitado, o crédito pessoal pode ser a melhor opção.

Por outro lado, a categoria ”pessoal” não obriga o empregador ou a entidade previdenciária a descontar as mensalidades na folha de pagamento. Para fazer isso, o mutuário deve autorizar o banco em que possui conta a pagar as taxas por débito em conta.

Já conseguiu tomar sua decisão? analise suas condições e veja qual se encaixa melhor com você!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *